Campanha do Agasalho quer arrecadar 50 mil itens em 2026  – CGNotícias

Em Campo Grande, a Campanha do Agasalho 2026 quer transformar peças paradas em cuidado para quem mais precisa, principalmente no inverno. A meta é arrecadar 50 mil itens, cerca de 40% a mais do que no ano passado e ampliar o número de famílias atendidas.  

 “Um gesto simples, como doar um casaco, pode fazer muita diferença para quem vai enfrentar o frio sem proteção. É isso que a gente quer: transformar solidariedade em cuidado de verdade. Quando essas doações chegam até quem precisa, elas viram cuidado, proteção e dignidade para enfrentar o frio”, afirma a prefeita Adriane Lopes. 

 Nos últimos três anos, a campanha já ajudou mais de 85 mil pessoas. Agora, o desafio é ir além com mais doações e maior alcance.  Podem ser doadas roupas de inverno, adultas e infantis, além de cobertores e calçados. Tudo o que chega passa por uma triagem técnica, que garante que as peças estejam em boas condições e sejam encaminhadas para entidades e comunidades cadastradas.  

“Nós fazemos a triagem do material recebido para atender tanto à população que recebe auxílio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania quanto às entidades que nos pedem apoio e ainda não foram beneficiadas por nenhuma instituição”, explica a diretora-presidente do Fundo de Amparo à Comunidade (FAC) e responsável pela campanha, Adir Diniz. 

 A campanha segue até Julho com coletas quinzenais e ações para facilitar a participação da população. Entre elas, o Dia D de arrecadação, marcado para os dias 11, 12 e 13 de junho, no Drive-Thru da Sustentabilidade.   

A partir de abril, a mobilização será intensificada com a instalação de caixas coletoras em diferentes locais. Todas as secretarias municipais participam da campanha, além de empresas, ONGs e parceiros. O FAC também recebe doações na Avenida Fábio Zahran, 6000, Vila Carvalho.   

Já as entidades e comunidades interessadas em receber as doações devem formalizar o pedido por meio de ofício ao FAC, com participação condicionada ao cadastro e à análise técnica. 

Pesquisa alerta para adolescentes ainda desprotegidos contra o HPV

Por MRNews

O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas, para alcançar a sua máxima eficiência, essa precaução precisa ser tomada no final da infância ou início da adolescência, o que não acontece para boa parte do público-alvo. 

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira (25), mostra que apenas 54,9% dos estudantes, com idades entre 13 e 17 anos, tinham certeza de que foram vacinados contra o HPV, sigla para papilomavírus humano.

Esse vírus é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero e por boa parte dos tumores de ânus, pênis, boca e garganta.

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Proteção gratuita

A vacina que previne contra o HPV está disponível em todas as unidades de saúde do Brasil, e deve ser tomada por meninas e meninos, entre 9 e 14 anos.

Essa faixa etária foi definida porque o vírus é transmitido principalmente por via sexual, e a vacina é mais eficaz se for tomada antes da primeira relação. 

Apesar disso, 10,4% dos estudantes entrevistados pelo IBGE ainda não estavam vacinados e 34,6% não sabiam se tinham recebido a vacina ou não.

Isso representa quase 1,3 milhão de adolescentes desprotegidos, e outros 4,2 milhões potencialmente vulneráveis à infecção. 

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A mesma pesquisa identificou que 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vida sexual ativa, e que a idade média de iniciação sexual foi de 13,3 anos para os meninos e de 14,3 anos para as meninas.

Os dados foram coletados pelo IBGE em 2024 e mostram ainda que a porcentagem de estudantes que se vacinaram caiu 8 pontos percentuais na comparação com a edição anterior da pesquisa, de 2019.

Apesar de uma proporção maior de meninas ter se vacinado ─ 59,5%, contra 50,3% dos meninos ─ a queda da cobertura vacinal entre elas foi ainda mais expressiva, de 16,6 pontos. 

Falta de informação

Considerando apenas os estudantes que não se vacinaram, metade deles alegou não saber que precisava tomar a vacina. Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações Isabela Balallai, isso prova como a falta de informação tem sido preponderante. 

“Todo mundo acha que a hesitação vacinal se resume às fake news, mas não é isso. A desinformação é só uma das coisas que causam a hesitação vacinal. As outras são a falta de acesso, a baixa percepção do risco da doença e a falta de informação. E isso é um problema máximo no Brasil. Muitas pessoas não sabem quando têm que se vacinar e quais as vacinas disponíveis”.

Outros motivos foram apontados, mas em proporção bem menor:

  • 7,3% dos estudantes disseram que o pai, a mãe ou o responsável não quiseram que eles fossem vacinados;
  • 7,2% não se vacinaram porque não sabiam qual a função da vacina;
  • 7% alegaram dificuldade de chegar ao local de vacinação. 

A pesquisa também apontou algumas diferenças entre alunos de rede pública e privada. Entre os primeiros, 11% não se vacinaram, contra 6,9% do segundo grupo.

Por outro lado, a resistência dos pais contra a vacina foi a razão da hesitação de 15,8% dos alunos da rede privada, e de apenas 6,3% entre os da rede pública. 

Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, a escola pode cumprir um papel primordial

“Quando você pega os principais fatores de hesitação vacinal, a escola resolve todos eles. Resolve a desinformação, educando o adolescente. Resolve a falta de informação, quando eles são informados que vai ter a vacinação. Resolve o acesso, porque é muito difícil levar um adolescente ao posto de saúde, mas vacinar na escola é muito mais simples. E resolve a conscientização dos pais”.

Bom exemplo

Na casa da jornalista e escritora Joana Darc Souza, a única menina não vacinada é a filha mais nova, que ainda tem 6 anos. As outras duas, com 9 e 12 anos, estão imunizadas. 

“Eu nunca tive dúvida em relação à eficácia e sempre defendi que vacina salva vidas. Isso é uma coisa que eu aprendi em casa, quando ainda era criança, e hoje eu replico com as minhas filhas”, ela conta. 

As três filhas de Joana estudam em escolas da rede municipal do Rio de Janeiro e, de acordo com ela, de vez em quando, os alunos são convocados para se vacinarem.

“Elas acabam não participando, mas só porque aqui em casa a gente sempre está atento às vacinas”.

Quem ajuda a família nesse controle é outra profissional essencial para a sucesso das políticas de vacinação: a pediatra. “Ela é bastante cuidadosa e sempre verifica a caderneta das meninas”, elogia a mãe. 

Resgate vacinal

De acordo com o Ministério da Saúde, dados preliminares das vacinas aplicadas em 2025 mostram uma cobertura maior do que a verificada na pesquisa, de 86% entre meninas e 74,4% entre meninos. Desde 2024, a vacina contra o HPV é aplicada em dose única

No ano passado, a pasta lançou também uma estratégia de resgate vacinal, para imunizar os adolescentes de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada.

Até agora, 217 mil jovens foram imunizados, mas a campanha segue até junho de 2026 e prevê ações de vacinação nas escolas. 

Além disso, todas as unidades de saúde também continuam a aplicar o imunizante nesse público. Quem não tiver o comprovante de vacinação, pode verificar se já recebeu a vacina no aplicativo Meu SUS Digital. 

Vai sair? Confira as interdições de amanhã (30)

Motoristas de Campo Grande devem ficar atentos às mudanças no trânsito nesta segunda-feira (30). A Agência Municipal de Transporte e Trânsito informou que haverá interdição em vias da região para a realização de um evento religioso.

O bloqueio ocorrerá das 15h30 às 17h, na Rua Patagônia, com deslocamento pelas ruas Piraju, Dona Joana e José Caetano, durante a realização da tradicional Via Sacra.

Segundo o órgão, a interdição será temporária e contará com apoio para organização do tráfego, garantindo a segurança dos participantes e motoristas.

A orientação é para que condutores redobrem a atenção, respeitem a sinalização provisória e, se possível, utilizem rotas alternativas durante o período.

A Agetran também informou que a programação será repetida na terça-feira (31), no mesmo horário e trajeto, o que deve provocar nova interdição na região.

#ParaTodosVerem: A imagem mostra cones colocados na via e veículos ao lado deles.

Agência Minas Gerais | DER-MG libera tráfego em ponte da rodovia MG-030 após recuperação estrutural

O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) liberou, no final da tarde desta sexta-feira (27/3), o tráfego na ponte sobre o Ribeirão Carioca, no km 74,6 da rodovia MG-030, entre Itabirito e o entroncamento para São Gonçalo do Bação, na região Central do estado.

A estrutura estava interditada desde dezembro, após a vistoria técnica identificar abatimento no pavimento e patologias estruturais que comprometiam a segurança da ponte. À época, o laudo apontou que a manutenção do tráfego nas condições existentes representava risco à integridade da obra e dos usuários da rodovia.

Durante o período de interdição, o tráfego foi desviado para uma estrada vicinal paralela, não pavimentada, com cerca de 4,3 quilômetros de extensão, sem aumento de distância em relação ao percurso original.

As intervenções seguiram projeto de engenharia que previu a recomposição de um pilar e das longarinas da ponte, garantindo a recuperação estrutural e condições seguras para a retomada da circulação.

Com a liberação, o tráfego volta a fluir normalmente no trecho. As equipes do DER-MG permanecem no local executando serviços complementares, como limpeza da pista, implantação de sinalização e demais ajustes necessários para a conclusão integral da obra.

 

Elevados Engenheiro Freyssinet e Rufino Pizarro interditados para manutenção – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Os elevados Engenheiro Freyssinet (sobre a Avenida Paulo de Frontin) e Rufino Pizarro serão fechados para serviços de manutenção, no sentido Zona Sul, das 23h50 desta sexta-feira (27/03) às 5h de sábado (28/03).

Como rota alternativa, os motoristas deverão seguir pela Avenida Paulo de Frontin e, em seguida, pelo Túnel Rebouças.

Orientação aos condutores
Sinalização especifica será instalada para orientar e alertar os motoristas. Operadores da CET-Rio estarão monitorando as condições do trânsito e vão atuar, se necessário. Além disso, os tempos semafóricos serão ajustados para melhorar a fluidez na rota de desvio e nos principais corredores da região.

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  • 27 de março de 2026
  • Marcações: Elevado Engenheiro Freyssinet Elevado Rufino Pizarro Interdição

    Programa “HumanizAção” acolhe 13 pessoas em situação de rua neste sábado (28) – Agência de Notícias



    29 de março de 2026

    7:57

    Por: Secom

    O programa “HumanizAção” realizou atendimentos a 43 pessoas em situação de rua, ao longo deste sábado (28), em diferentes pontos da cidade. Desse total, 13 aceitaram receber acolhimento no Serviço de Obras Sociais (SOS), onde são disponibilizados pernoite, alimentação completa, roupas e toalhas, banho e cuidados de higiene.

    A iniciativa municipal é promovida de forma integrada por equipes da Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), Secretaria da Cidadania (Secid), com sua Coordenadoria de Álcool e Outras Drogas junto à Divisão de Política para Pessoas em Situação de Rua, além da Secretaria da Saúde (SES). Também conta com o importante auxílio da Guarda Civil Municipal (GCM), Secretaria de Relações do Trabalho e Qualificação Profissional (Sert), Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), Secretaria de Mobilidade (Semob) e Urbes – Trânsito e Transportes.

    Os profissionais do programa percorreram diferentes pontos da cidade, como Avenida General Carneiro, Rua Padre Luiz, Praça Coronel Fernando Prestes, Praça Frei Baraúna, Avenida Afonso Vergueiro, Rua Rosa Maria de Oliveira, Praça do Barco, Rua José Belo, imediações da Rodoviária, entre outros.

    Os munícipes podem sempre colaborar com o “HumanizAção”, informando os locais da cidade onde haja pessoas em situação de rua necessitando de cuidados e acolhimento, assim como doando roupas, cobertores e alimentos. O contato pode ser feito pelo WhatsApp: (15) 99666-2636, 24h por dia, ou pelos telefones: (15) 3229-0777, do SOS; (15) 3212-6900, da Secretaria da Cidadania, e 153, da GCM.

     

     

    CCIs participam de pesquisa nacional de nova vacina contra a gripe  – CGNotícias

    Frequentadores dos Centros de Convivência do Idoso (CCIs) de Campo Grande participaram, nesta semana, de um estudo clínico nacional sobre uma nova vacina contra a gripe, desenvolvida pelo Instituto Butantan. 

    A pesquisa é voltada para pessoas com mais de 60 anos, público prioritário da imunização pelo SUS. Na Capital, o estudo é conduzido pela infectologista Ana Lúcia Lyrio, em parceria com o pesquisador Júlio Croda, da Fiocruz e da UFMS. 

    Para apresentar o estudo e recrutar voluntários, equipes de saúde e pesquisadores visitaram os CCIs com rodas de conversa e orientações sobre a importância da vacinação. A ação despertou o interesse de cerca de 100 idosos. 

    Segundo a enfermeira Wende Ferreira da Silva, o contato direto foi essencial para aproximar os idosos da pesquisa. “Esse diálogo cria confiança e ajuda na decisão de participar. Também é uma forma de levar informação e mostrar que eles fazem parte do desenvolvimento de novas vacinas”, explicou. 

    Os testes começam no próximo mês e, em todo o país, devem envolver sete mil idosos, sendo 600 em Campo Grande. Antes da aplicação, os voluntários passam por triagem no Hospital Universitário (HU). 

    Durante visitas no CCI, foram feitas redas de conversa com os frequentadores sobre a vacinação

    A vacina em estudo é uma versão aprimorada da já oferecida pelo SUS, com componentes que prometem aumentar a proteção imunológica dos idosos. “A proposta é comprovar que essa nova fórmula tem a mesma eficácia das disponíveis na rede privada”, acrescenta a enfermeira. 

    Os CCIs Piratininga, Elias Lahdo, Jacques da Luz e Vovó Ziza, que atendem cerca de 1,5 mil idosos por mês, foram estratégicos para alcançar o público. 

    Entre os participantes, a receptividade foi positiva. “A gente fica feliz de ver o pessoal vindo aqui explicar tudo direitinho. Se é para proteger melhor, eu participo”, afirmou Francelina Conceição de Souza, frequentadora do CCI Piratininga. 

    A aposentada Arminda de Oliveira Martins, do CCI Vovó Ziza, também decidiu participar. “Tomo a vacina todo ano e sei como a gripe pode ser séria. Se tem uma opção melhor, vale a pena”, disse. 

    Para a secretária de Assistência Social e Cidadania, Camilla Nascimento, a iniciativa reforça o papel da rede municipal. “Ao abrir espaço para a ciência, os CCIs se tornam aliados da saúde pública e colocam nossos idosos no centro de avanços que vão beneficiar toda a população”, destacou. 

    Podem participar idosos acima de 60 anos, sem sintomas gripais no dia da aplicação e sem alergia a ovo. Quem for voluntário não deve tomar a vacina convencional nos postos de saúde. 

    Mais informações e agendamento: 
    (67) 99257-5979 
    (67) 99257-6009 
    (67) 98209-9931 

    #ParaTodosVerem: A imagem em destaque mostra uma frequentadora do CCI sendo orientada individualmente sobre a pesquisa.

    Campo Grande destaca infraestrutura verde em agendas da COP15  – CGNotícias

    Campo Grande participou, ao longo desta semana, de agendas estratégicas da COP15 voltadas à conservação da biodiversidade e ao fortalecimento da infraestrutura verde nas cidades. 

    A Capital integrou o painel “Infraestrutura Verde nas capitais brasileiras como suporte à migração de espécies”, durante a Cúpula de Governos Subnacionais e o Encontro Regional Centro-Oeste do ICLEI Brasil (Governos Locais pela Sustentabilidade). O debate reuniu representantes de capitais para discutir como áreas verdes e planejamento urbano contribuem para a proteção de espécies migratórias. 

    Ao destacar a importância da troca entre cidades, a secretária de Meio Ambiente de Belém, Juliana Nobre Pinheiro, ressaltou os desafios enfrentados na capital paraense. “Esses momentos são fundamentais para conexão, troca de experiências e aprendizado. Saio daqui com muita vontade de levar essas soluções para a nossa cidade”, afirmou. 

    Também ao longo da semana, a Prefeitura promoveu a roda de conversa “Arborização Urbana como Infraestrutura de Suporte a Espécies Migratórias: A Experiência de Campo Grande”, na Casa do Homem Pantaneiro, no Parque das Nações Indígenas. 

    A atividade, organizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), reuniu instituições como o Instituto Arara Azul, a Universidade Federal do Tocantins (UFT) e a Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU). 

    Durante o encontro, a presidente do Instituto Arara Azul, Neiva Guedes, destacou o papel da arborização no equilíbrio ambiental e na qualidade de vida. “A arborização fornece abrigo, alimento e também melhora a qualidade de vida das pessoas. Árvores bem distribuídas nas cidades trazem conforto, sombra e fazem parte do dia a dia da população”, explicou. 

    As agendas reforçaram o papel das cidades na conservação ambiental, com foco na ampliação de áreas verdes, na conexão entre habitats e no uso de soluções baseadas na natureza. 

    Terapia japonesa oferecida pela Prefeitura tem mudado o estilo de vida da pessoa idosa na Capital

    Uma terapia em que uma energia universal é voltada para a cura e o relaxamento, canalizada através da imposição das mãos sobre diferentes partes do corpo humano, tem contribuído para manter a saúde dos idosos em dia, na Capital. Estamos falando de ‘Reiki’, uma combinação de dois caracteres japoneses que, juntos, significam energia universal vital (rei = universal; ki = energia vital individual).

    A atividade de terapia integrativa é trabalhada com os idosos no Centro de Referência Municipal da Pessoa Idosa, no bairro do Altiplano, administrado pela Prefeitura de João Pessoa. Lá, o Reiki é ofertado aos participantes sempre às quartas-feiras, com um grande número de pessoas que procura esta atividade gratuita e voluntária, objetivando deixar de lado a ociosidade, cuidar da mente e do corpo e sentir jovialidade aos 50, 60, 70, 80 e até 90 anos de idade.

    “Todos que recebem Reiki no Centro de Referência Municipal da Pessoa Idosa têm resultado positivo, seja na melhora física, mental ou mesmo espiritual. O Reiki é uma energia inteligente que atua onde é necessário”, afirma a professora Luciana Silveira, uma das sete reikianas voluntárias à disposição da população.

    Luciana Silveira, assim como as demais reikianas do Centro, faz parte de um grupo que se chama “Reiki Veritas” criado pela mestre Reiki Luciana Valentim. Esse grupo, segundo ela, atua em diversas casas, não apenas no Centro de Referência, mas, também, no Hospital Napoleão Laureano, sempre como voluntário.

    Dez anos de atividade – No Centro de Referência Municipal da Pessoa Idosa, localizado à Rua Ana Guedes De Vasconcelos, 262, a atividade é praticada há 10 anos e, a cada dia, o número de interessado se multiplica. “A quantidade de pessoas que recebe Reiki é variada… Não há faixa etária limite. As vagas para o Reiki estão sempre abertas dentro do horário de aplicação no Centro de Referência”, diz a professora Vilma Damião, uma das mais antigas a comandar a atividade, com curso de mestrado na disciplina.

    “Reiki é uma terapia complementar, é a arte e a técnica da captação e direcionamento, através do toque das mãos, dessa energia vital universal para harmonização e cura, nos níveis físico, mental, emocional e espiritual”, acrescenta a professora.

    Tânia Vilar, de 65 anos, é só elogios a oportunidade de ter acesso a terapia integrativa de forma gratuita. “Não perco uma sessão dessa terapia. Ao término de cada sessão, me sinto outra pessoa. Me sinto leve como uma pena. Mais jovem, mais disposta e mais firme”, afirmou Tânia, que há mais de um ano pratica Reiki. “Só temos a ganhar”, disse ela.

    Principais benefícios do Reiki

    – Restabelece o equilíbrio da energia natural e fortalece a capacidade do corpo de curar a si mesmo;

    – Promove um relaxamento profundo, produzindo uma sensação de paz e bem-estar;

    – Vitaliza o corpo e a alma, assegurando assim um tratamento holístico;

    – Fortalece o sistema imunológico;

    – Alivia a dor e o estresse;

    – Ajuda em muitos males físicos, crônicos e agudos;

    – Restabelece o equilíbrio espiritual e o bem-estar mental;

    – Libera energias bloqueadas e elimina toxinas do corpo;

    – Complementa outras formas de tratamento, podendo ser aplicado junto com outros métodos.

    Outras atividades – O Centro de Referência Municipal da Pessoa Idosa oferece às pessoas a partir dos 60 anos uma ampla programação voltada ao bem-estar, com a finalidade de promover o encontro dessa faixa etária com ações protetivas e preventivas, em busca do envelhecimento ativo e saudável.

    O espaço disponibiliza ao público as seguintes atividades: alongamento funcional, aeróbica dançante, oficina da memória, câmbio (jogo de vôlei adaptado), ginástica gerontológica e hidroginástica, dança, dinâmica em grupo, artesanato, Reike (terapia integrativa).

    “O Centro de Referência Municipal da Pessoa Idosa é um marco na política do idoso, porque é um espaço que oferta dignidade. Nós estamos num processo de vida de envelhecimento e a pessoa idosa precisa cada vez mais ser inserida nos espaços que ofertem dignidade, ofertem atividade física, oferte acolhimento”, disse Benicleide Silvestre, secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania.

    “Esse fortalecimento de vínculos comunitários, a permanência do diálogo, da escuta, das atividades onde são ofertados oficina da memória, oficina do crochê, câmbio – que é o vôlei acessível para o idoso – hidroginástica, atividades com profissionais capacitados, equipe técnica e psicossocial com psicólogos, assistente social, toda uma equipe trabalhando para o bem do idoso, para que ele seja cada vez mais inserido em espaços, com dança, alegria, vida, porque esse é o nosso dever, cuidar da cidade, da população e é garantir direitos da criança ao idoso, porque aqui é uma João Pessoa que continua em crescimento e continua cuidando da sua população”.

    Manifestações anti-Trump ocorrem em diversas cidades dos EUA

    Por MRNews

    Milhares de pessoas protestaram, neste sábado (28), contra as políticas do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, na manifestação chamada de No Kings (Sem Reis). De acordo com o site de notícias Reuters, os organizadores tinham a expectativa de que se tornasse o maior protesto de um único dia na história do país, com mais de 3,2 mil eventos planejados em todos os 50 estados e em diversas cidades fora do país.

    Os números oficiais ainda não foram divulgados, mas era esperada a participação de mais de 9 milhões de pessoas. O cantor Bruce Springsteen, que critica abertamente o presidente Trump, reuniu uma multidão num estádio de Minneapolis, onde cantou a música Streets of Minneapolis, que fez durante os protestos da população contra a atuação do ICE, polícia de imigração que matou dois cidadãos americanos.

    Além de criticar a política migratória do mandatário norte-americano, os protestos também são feitos contra a participação dos EUA na guerra contra o Irã.

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    As manifestações se espalharam por Nova York, Washington, Atlanta, Chicago, Houston, Denver, São Francisco, entre outras. 

    Christine Hughes, de 79 anos, segura um cartaz durante uma manifestação do movimento No Kings contra as políticas do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, em Nova York – Foto: Reuters/Mike Segar/Proibida reprodução

    No final deste ano, ocorrem as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, quando todos os deputados e parte dos senadores são renovados. Os organizadores dos protestos dizem ter visto um aumento no número de eventos anti-Trump e de pessoas se inscrevendo para votar em estados profundamente republicanos (partido de Trump) como Idaho, Wyoming, Montana e Utah.

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    De acordo com a Reuters, os protestos acontecem em um momento em que a taxa de aprovação de Trump caiu para 36%, seu ponto mais baixo desde o retorno à Casa Branca.

    Milhares de pessoas também se reuniram em Manhattan. Um dos organizadores, o ator Robert De Niro disse que “houve outros presidentes que testaram os limites constitucionais de seu poder, mas nenhum representou uma ameaça existencial tão grande às nossas liberdades e segurança”.

    Manifestante Sam Scarcello durante um protesto contra as políticas do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, perto do Capitólio, em Washington – Foto: Reuters/Leah Millis/Proibida reprodução

    O porta-voz do Comitê Nacional Republicano do Congresso, Mike Marinella, criticou os políticos democratas por apoiarem os protestos. “Esses comícios contra a América são onde as fantasias mais violentas e delirantes da extrema esquerda encontram um microfone e os democratas da Câmara recebem suas ordens”, disse em comunicado.

    Os eventos deste sábado ocorrem em meio ao que os organizadores disseram ser um apelo à ação contra o bombardeio do Irã pelos EUA e Israel, um conflito que já dura quatro semanas.

    Os protestos de hoje, que fazem parte do movimento No Kings, tiveram a primeira mobilização em junho do ano passado e atraiu entre 4 milhões e 6 milhões de pessoas em aproximadamente 2,1 mil locais em todo o país. A segunda manifestação ocorreu em outubro, envolvendo cerca de 7 milhões de participantes em mais de 2,7 mil locais.