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Desfiles começam neste sábado com tribos indígenas e clubes de frevo

fevereiro 9, 2024 | by asemanaagora.com.br

As apresentações do Carnaval Tradição, na Avenida Duarte da Silveira, começam neste sábado (10) e seguem até a segunda-feira (12). A expectativa da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e da Liga das Escolas de Samba (LiesJP) é receber mais de 10 mil pessoas no espaço que conta com quatro arquibancadas. A apuração que vai apontar as campeãs de 2024 será nesta terça-feira (13), no mesmo local, a partir das 9h.  

“O nosso Carnaval Tradição abre, neste sábado, em um ritmo muito forte e intenso porque nós conseguimos, com nosso planejamento, nossos diálogos com todas as agremiações, fazer com que a Duarte da Silveira ganhasse uma força maior. A avenida toda tem uma estrutura melhor para acolher o público e as agremiações”, observa o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.  

Ele ressalta que todas as tribos indígenas, ala ursas, bandas de frevo, maracatus e escolas de samba estão preparadas. “Seus integrantes trabalharam de forma intensa nesses últimos meses, de maneira que temos a perspectiva de um Carnaval de excelência, assim como foi no Folia de Rua e em nossas prévias carnavalescas”, afirma.  

Este, segundo o diretor, é o projeto da Funjope, junto com o prefeito Cícero Lucena, com o apoio do governador João Azevêdo, de capacitar as culturas locais e os festejos populares para que eles se organizem melhor, para que conquistem uma maior visibilidade e tenham força.  

“Temos a consciência de que o Carnaval não é só uma manifestação de arte e de cultura. É a manifestação da economia criativa que é capaz de gerar emprego e renda. O Carnaval Tradição está muito bonito. Este ano, inclusive, incluímos os maracatus. Todas as noites do Carnaval teremos um maracatu abrindo a festa e dando visibilidade a mais uma tradição da nossa cultura popular”, acrescenta Marcus Alves.  

Horários – As apresentações do Carnaval Tradição acontecem a partir deste sábado (10). A partir das 17h, haverá exibição de culturas populares com os maracatus Cortejo de Oxalá (afoxé) e o Coletivo Maracastelo. Em seguida, às 18h, entram em cena as tribos indígenas e clubes de frevo, que terão, em média, 30 minutos para mostrar suas coreografias.  

Tribos indígenas – Quem dá a largada é a Tribo Indígena Xavante, do Bairro dos Novais. Na sequência, Clube Adolescente Criança Feliz, da Torre; Tribo Indígena Guanabara, de Paratibe; Clube de Frevo Sai da Frente Dona Emília, do Esplanada; Tribo Indígena Pele Vermelha, do Cristo; Clube Alegria do Frevo, do Cristo.  

A noite segue com a Tribo Indígena Tupi Guanabara, de Água Fria; Clube do Frevo Bandeirantes, da Torre; Tribo Indígena Papo Amarelo, de Cruz das Armas; Clube de Frevo Cigano de Esplanada, de Cruz das Armas, e Tribo Indígena Tupinambás, do Alto do Céu/Mandacaru.  

No domingo (11), a abertura será às 17h, com o Quilombo Nagô. Logo depois, começam os desfiles de clubes de frevo, tribos indígenas e escolas de samba. As apresentações começam com o Clube de Frevo São Rafael Frevo e Folia, da comunidade São Rafael, seguindo com a Tribo Indígena Tupi Guarani, de Mandacaru.  

Além destas agremiações, a noite segue com o Clube de Frevo Gigantes do Frevo, da Torre; Tribo Indígena Africanos, do Cristo; Clube do Frevo Piratas de Jaguaribe, de Jaguaribe; Tribo Indígena Ubirajara, do Rangel.  

Escolas de Samba – As escolas de samba começam a mostrar suas alegorias e sambas-enredo a partir das 21h15, iniciando com a Acadêmico do Ritmo, do bairro da Torre; depois, a Independente de Mandacaru; Escola de Samba Pavão de Ouro, do bairro São José; Malandros do Morro, da Torre; Império do Samba, do Roger, e termina com a Escola de Samba Unidos do Roger, do bairro do Roger.  

Ursos – Já na segunda-feira (12), a abertura será com os maracatus Pé de Elefante e Baque Mulher, às 17h. Em seguida, começam as apresentações das ala ursas.   Na competição, se apresentam o Urso Dourado, Urso da Paz, Urso Branco & Companhia de Maracatu, Urso Panda, Urso Celebridade, Urso Folião, Urso Selvagem, Urso Alegria do Panda, Urso Branco do 13, Urso Treme Terra, Urso Jamaica, Urso Santa Cruz, Urso Gavião, Urso Solitário, Urso Sem Lenço e Sem Documento, Urso Gorila Louco, Urso Canibal e Urso Reboliço.  

Apuração – Na terça-feira (13), a partir das 9h, tem início a apuração para que os jurados apontem quem serão os campeões das tribos indígenas, clubes de frevo, ala ursas e escolas de samba.  

Premiações – Serão premiadas as três melhores colocadas em cada grupo. As escolas de samba campeãs recebem R$ 10 mil, primeiro lugar; R$ 8 mil, segundo; e R$ 6 mil, terceira colocada.  

No Frevo, os três mais bem colocados do Grupo A recebem R$ 10 mil, R$ 8 mil e R$ 6 mil. Para os primeiro, segundo e terceiro lugares do Grupo B, as premiações são, respectivamente, R$ 8 mil, R$ 6 mil e R$ 4 mil.  

As Tribos indígenas campeãs do Grupo A recebem R$ 10 mil, R$ 8 mil e R$ 6 mil, primeiro, segundo e terceiro lugares. Já as do Grupo B recebem R$ 8 mil, R$ 6 mil e R$ 4 mil.  

Para as ala ursas, que, no próximo ano, terão o Grupo B, a premiação para o primeiro lugar é de R$ 10 mil; segundo, R$ 8 mil e, para a terceira colocada, R$ 6 mil.       

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